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CURSOS DE PROFISSIONALIZAÇÃO DO CAFEICULTOR                                                                                                                     

A agricultura passa por profundas transformações, exigindo que o produtor rural esteja cada vez mais preparado para enfrentar as mudanças que se apresentam.  Urge, portanto, que este profissional possua melhor qualificação para prosseguir em seu trabalho e ingressar no mercado competitivo.  Neste sentido, busca-se a profissionalização do produtor rural. Para tanto, torna-se necessário oferecer e desenvolver uma matriz curricular de maneira objetiva, com aplicabilidade na vida prática, através de uma sólida preparação, mediante o ensino de conteúdos que potencializem a sua capacidade de absorção de tecnologias. Nessas circunstâncias, a responsabilidade das entidades rurais consiste em repensar novos meios para definir o perfil do profissional, capaz de enfrentar o avanço tecnológico e o processo de globalização da economia.

Ciente deste quadro, o Centro de Desenvolvimento Tecnológico do Café - CETCAF propõe caminhos para que se atinjam alguns objetivos, visando a profissionalização do cafeicultor através de um curso modular, seqüencial, devendo ser organizado de forma flexível, compatível e simplificado.

Considerando as rápidas mudanças tecnológicas e as tendências econômicas, torna-se importante a oferta de oportunidades de educação mais aberta à comunidade rural.

Esses cursos modulares privilegiaram as organizações rurais, especialmente as cooperativas de cafeicultores, objetivando valorizá-las enquanto agentes de mudanças e instrumento vital de melhoria tecnológica e social dos produtores envolvidos.

 

OBJETIVOS

     ·      Formar cafeicultores cada vez mais profissionais e especializados, capazes de aplicarem seus conhecimentos e, sobretudo, de se manterem em um mercado em constante mutação, com capacidade de participação, iniciativa, raciocínio e discernimento

     ·      Profissionalizar os cafeicultores

     ·      Expandir a oferta de habilidades tecnológicas na cultura do café

     ·      Incorporar avanços científicos e tecnológicos imprescindíveis à formação geral do cafeicultor e ao seu eficiente desempenho produtivo

     ·      Desenvolver a consciência do cafeicultor no sentido de transformá-lo em agente de mudanças positivas em seus meios de trabalho e social (multiplicador)

     ·      Desenvolver no cafeicultor o sentido de associar TRABALHO e CIDADANIA, COMPETÊNCIA e CONSCIÊNCIA, HABILIADE e PRODUÇÃO.

·   Internalizar nos participantes a verdadeira consciência cooperativa.

 

PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:

Metodologia:

 O curso de profissionalização do cafeicultor é oferecido através de módulos constituídos de conteúdos básicos e conteúdos inerentes às habilitações propostas (tecnológicas).

A composição curricular (grade curricular) busca a qualidade e o aprimoramento no exercício da atividade, fatores importantes de transformação no sentido da modernização do setor.

Os conteúdos/módulos são estruturados de forma a articular conhecimentos teóricos básicos, com conhecimentos específicos para o desenvolvimento profissional do cafeicultor de acordo com o perfil demandado pela postura moderna de empresário rural exigido, cada vez mais, pelo mercado competitivo e por uma sociedade em constante evolução.

A carga horária mínima é de 40 horas, sendo 16 horas destinadas ao módulo básico e 24 horas ao módulo específico.

O produtor rural ao concluir o curso recebe um certificado de qualificação para as operações definidas.

Técnicas de ensino:

Na sala de aula são desenvolvidos todos os conteúdos teóricos, além de exercícios de fixação de conhecimentos, propostos na programação dos cursos. Os conteúdos que necessariamente exigirem práticas são desenvolvidos em propriedades particulares, instalações das Cooperativas dos Cafeicultores ou em Estações Experimentais do INCAPER.

 

AVALIAÇÃO DA AÇÃO 

É realizada considerando a opinião individual do treinando, no final de cada módulo e do curso e a dos instrutores / coordenadores imediatamente ao término de cada curso.

 

CURSOS PRÁTICOS DE CAFEICULTURA SUSTENTÁVEL                                                                        

A cafeicultura no Estado do Espírito Santo é composta, em sua grande maioria (mais de 75%), de mini e pequenos produtores, trabalhando em regime de economia familiar, num universo de 56 mil cafeicultores.

O Curso Prático de Cafeicultura busca atender preferencialmente essa parcela de cafeicultores que, embora sendo a maioria, têm permanecido à margem do processo de evolução tecnológica setorial.

Para esses foram selecionadas as comunidades mais carentes em produtividade e qualidade na atividade, procurando-se inseri-las no processo de evolução da cafeicultura capixaba.

Os cafeicultores selecionados serão aqueles com alguma forma de liderança em suas comunidades e que estejam atentos à mudanças que lhes permitam não só a agregação de valor ao café de sua propriedade como também tenham capacidade de influência nas mudanças de paradigmas em suas respectivas  comunidades.

Os cursos propostos têm duração de 20 horas, abrangendo todos os assuntos pertinentes à cafeicultura, desde a implantação de lavoura, tratos culturais, manejo, colheita, pós-colheita, mercado e perspectivas.

A agricultura passa por profundas transformações, exigindo que o produtor rural esteja cada vez mais preparado para enfrentar as mudanças que se apresentam.  Urge, portanto, que este profissional possua melhor qualificação para prosseguir em seu trabalho e ingressar no mercado competitivo.  Neste sentido, busca-se a profissionalização do produtor rural. Para tanto, torna-se necessário oferecer e desenvolver uma matriz curricular de maneira objetiva, com aplicabilidade na vida prática, através de uma sólida preparação, mediante o ensino de conteúdos que potencializem a sua capacidade de absorção de tecnologias. Nessas circunstâncias, a responsabilidade das entidades rurais consiste em repensar novos meios para definir o perfil do profissional, capaz de enfrentar o avanço tecnológico e o processo de globalização da economia.

Ciente deste quadro, o Centro de Desenvolvimento Tecnológico do Café - CETCAF propõe caminhos para que se atinjam alguns objetivos, visando a profissionalização do cafeicultor através de um curso modular, seqüencial, devendo ser organizado de forma flexível, compatível e simplificado.

Considerando as rápidas mudanças tecnológicas e as tendências econômicas, torna-se importante a oferta de oportunidades de educação mais aberta à comunidade rural.

Esses cursos privilegiarão as organizações rurais, especialmente as cooperativas de cafeicultores, objetivando valorizá-las enquanto agentes de mudanças e instrumento vital de melhoria tecnológica e social dos produtores envolvidos.